Evolução Inteligente

quarta-feira, 16 de março de 2011

7 Dicas para melhorar o desempenho da sua equipe com o Gestão em Vendas

1) Treinamento de vendas: Busque formas de inovar, motivação e orientar na prática. Os cursos devem ser frequentes e dinâmicos.

2) Fidelizar clientes: Se todos concordam que a melhor forma de crescer é parar de perder clientes, por que ainda temos empresas que não investem especificamente em entender e atender melhor seus clientes? Sabe por quê? Porque muitos vendedores (e muitos gerentes também) ainda têm a mentalidade antiquada de prospectar a qualquer custo e depois esquecer do cliente.

3) Melhorar resultados: Muitos vendedores ainda não entendem o quanto prejudicam a empresa quando:
a) Não prospectam o perfil adequado de clientes;
b) Não fazem um levantamento das necessidades dos clientes;
c) Aceitam objeções de preço sem saber contra-argumentar corretamente;
d) Dão descontos indiscriminadamente;
e) Prometem coisas que não podem cumprir;
f) São desorganizados;
g) Administram mal seu tempo, etc.

4) Sinergia: Será que os vendedores da empresa realmente conversam uns com os outros, trocando experiências e tentando aprender com o resultado dos outros? Infelizmente, tenho visto muitas vezes reuniões onde quando todos se juntam é só para reclamar. Isso acaba criando um espírito de equipe que só pode ser encontrado em pouquíssimas organizações hoje em dia.

5) Continuidade: Um aspecto de fundamental importância em qualquer treinamento é a continuidade. Não adianta nada treinar sua equipe uma vez por ano – as pessoas esquecem de tudo depois de 3 semanas. Apenas a repetição e a prática contínua asseguram que velhos hábitos destrutivos seja substituídos por novos hábitos construtivos e mais eficazes.

6) Segurança: Inclui, na postura, no relacionamento, na criação de estratégias e no dia a dia.

7) CHAMA: já ouviu falar no CHA (conhecimento, habilidade e atitude), porém nos treinamentos desenvolvo a “CHAMA” que equipes de vendas precisam ter, isso inclui "M" motivação e "A" de amor! Somente com CHAMA sua equipe extrairá o máximo do potencial.

Ensinando a aprender: O que é coaching?

Ensinando a aprender: O que é coaching?

Coaching é um processo de desenvolvimento pessoal e profissional que auxilia uma pessoa ou um grupo de pessoas a atingirem seus objetivos, através da identificação, entendimento e aprimoramento de suas competências.

No início, quando surgiu em meados da década de 70, o coaching era associado exclusivamente aos esportes, pois todo atleta ou equipe esportiva tinha o seu “coach”, que no Brasil é conhecido como treinador ou o“técnico” no futebol.

As pessoas ou equipes que passam por um processo de coaching, naturalmente adquirem uma maior autoconsciência de sua conduta pessoal ou profissional, identificando os obstáculos que podem dificultar o alcance de seus objetivos e aprimorando competências para melhorar seus resultados.

Atualmente, o coaching é aplicado em todas as áreas e aspectos da vida, sendo muito comum a procura deste profissional por executivos, profissionais liberais e pessoas que desejam obter uma transformação em suas atitudes, trabalhando com o aperfeiçoamento de competências como liderança, comunicação, relacionamento interpessoal, organização, assertividade, gestão de tempo, planejamento estratégico, entre outras.

O coach auxilia seu cliente ou “couchee”, a atingir o máximo de seu potencial, incentivando-o na busca dos resultados, ensinando-o a aprender com seus próprios recursos e limites.

Todo o processo de coaching visa auxiliar o cliente a estabelecer suas metas de uma forma organizada para o alcance concreto de um objetivo. Lembrando que meta é diferente de objetivo.

As metas são ações mensuráveis, os passos para se atingir um objetivo.
Então, um objetivo pode ter várias metas. Por exemplo, se seu objetivo é viajar para Paris, as metas serão todos os passos que você irá dar para chegar até Paris. Metas são expressas por valores numéricos, portanto, no exemplo da viagem a Paris, seria necessário quantificar o investimento financeiro, a quantidade de dias, os horários, entre outros fatores que possam ser medidos ou quantificados como resultados concretos.

O processo de coaching pode ser empregado na vida pessoal ou profissional, especialmente na mudança de comportamento, nos momentos de transição de carreira ou na orientação para novos empreendimentos.

Toda pessoa que passa por um processo de coaching, descobre e desenvolve habilidades, recursos e comportamentos, administrando as mudanças com mais consciência e atitude.

O coach orienta seu cliente a construir uma missão, visão e valores de vida pessoal e profissional, primeiramente, através de uma avaliação detalhada do estado atual do cliente e em seguida, auxilia no estabelecimento de um plano de ação com objetivos e metas tangíveis e que possam ser monitoradas no processo.

As sessões de coaching, normalmente, são realizadaso através de encontros semanais ou quinzenais, com aproximadamente uma hora de duração ou de acordo com as necessidades do cliente.

Nesses encontros, que poderão ser realizados pessoalmente ou até pela internet, o coach levantará todas as informações necessárias para a avaliação pessoal do seu cliente, estudando seu perfil comportamental para o alinhamento com seus objetivos.

Estabelecido o objetivo a ser alcançado, o coach auxiliará o cliente na elaboração de um plano de ação, acompanhando e verificando passo a passo as metas e os resultados alcançados.

Coaching é foco, ação, resultado e melhoria contínua. É a ferramenta poderosa para aqueles que almejam atingir seus objetivos, aprendendo novas possibilidades, transformando intenções em ações concretas com resultados sustentáveis.

domingo, 13 de março de 2011

Você sabe negociar?

NEGOCIAR PARA GANHAR - Workshop de aprendizagem Continuada

Este workshop tem três objetivos: ajudá-lo a se tornar um exímio negociador, aumentar sua autoconfiança e melhorar as recompensas que você recebe ao concluir com o sucesso uma negociação, seja ela pessoal ou comercial.

As lições aqui apresentadas são as negociações de trabalho. Aprimorar suas habilidades nesse campo pode trazer diversas vantagens para sua carreira e ajudar até mesmo outras áreas da sua vida. Negociar é uma atividade universal.

Público-alvo:

Profissionais de formações diversas que precisem desenvolver seu poder de negociação, de forma consistente e ágil, habilidades demandadas em seu dia-a-dia profissional.

Carga horária: 16h00 – 02 dias

Pontos abordados no curso

* Módulo I
Introdução
O que é negociação?
Por que Negociação ?
Diferenças entre vendas e negociações
Estilos e perfil do negociador

* Módulo II
Planejamento, metas e “margem” de valor da negociação
Técnica do minimax e “conhecendo” o oponente
Estratégia, clima e motivação nas negociações
Importância ambiente e da equipe de negociação

*Módulo III
Estilos de Negociações – Ganha- Ganha...
Instruções anterior as negociações e roteiro de planejamento

*Módulo IV
Comunicação na Negociação
Funções da comunicação, O processo de comunicação,Canais de comunicação, Comunicação interpessoal, Barreiras para a comunicação eficaz, A comunicação eficaz, Bom comunicador, bom negociador e linguagem do corpo

*Módulo VI
Prazos e concessões – o que é, e como utilizar o Ponto de concessão e
ponto de Ruptura
O tripé da negociação – Conhecimento, tempo e poder
Processo de negociação
Táticas, técnicas, truques e abordagens para a otimização de acordos
10 dicas para excelência na negociação

• Venha conhecer o investimento referente a 30 pessoas por turma em sala.

Aguardo seu contato.

Atenciosamente,

Cristina Granado
Pessoal & Profissional Coach
Consultora organizacional de Desenvolvimento
(011) 5054-2643 / 9611-0874
Blog: http://evolucaocoaching.blogspot.com/
Site: wwww.evolucaointeligente.com.br

sexta-feira, 11 de março de 2011

Empresas não formam sucessores

Vívian Soares | De São Paulo

Denise Asnis, gerente da Natura, diz que a empresa mudou o programa de formação de líderes para incluir mais profissionais
A maioria das empresas brasileiras não está preparada para lidar com a transição de suas lideranças. A conclusão é de um estudo mundial que ouviu mais de 1.300 executivos de 60 países, sendo 74 brasileiros. Segundo o levantamento, apenas 26% das companhias no Brasil investem de forma consistente em planos de sucessão, enquanto na média mundial esse índice é de 35%.
Mais da metade dos executivos entrevistados no Brasil disseram que suas empresas não montaram nenhuma estratégia de sucessão nos últimos três anos - índice que também ficou acima do registrado globalmente.

De acordo com Alexandre Fialho, presidente da área de liderança e consultoria de talentos da Korn/Ferry International, empresa responsável pela pesquisa, os dados são especialmente preocupantes no Brasil. Isso porque o país apresenta altas taxas de crescimento nos negócios, o que faz com que a oferta de talentos não seja suficiente para suprir a demanda. "Quem está crescendo não investe em desenvolvimento de pessoas porque não pode tirá-las do operacional. Com isso, negligencia o resultado de longo prazo".

Foi graças ao desafio de crescer e ao mesmo tempo formar sucessores que a Natura resolveu rever, no final de 2009, seu programa de desenvolvimento de talentos. O resultado foi a criação do escritório de liderança, que já nasceu com a meta de preparar profissionais para ocupar, no futuro, 90 posições críticas da empresa. A área foi além e está formando um excedente de 20%. "Estamos conciliando esse projeto com um crescimento médio anual de 23% a 25%. Sem as pessoas prontas, correríamos o risco de comprometer a imagem e o negócio", afirma Denise Asnis, gerente do escritório de liderança da Natura.

Ela destaca que as atenções não são totalmente voltadas aos chamados "high potentials", talentos com grande potencial para ocupar cargos na alta liderança. Há cerca de quatro anos, a Natura concedia remuneração e treinamentos diferenciados para esses profissionais. "Mudamos esse processo e abrimos oportunidade de treinamento a todos que manifestarem interesse", afirma Denise. Ao mesmo tempo, ela diz que a remuneração foi vinculada à entrega, mas "um talento naturalmente se destaca nesse quesito". Essa mudança de visão também fez com que a companhia criasse o Cosmos, programa que deve treinar periodicamente, a partir deste ano, 600 profissionais da Natura no Brasil, América Latina e França.

Alexandre Fialho, da Korn/Ferry, acredita que, além de saber identificar os talentos potenciais, as empresas devem se preocupar em retê-los, mas sem deixar de lado quem não é necessariamente um futuro grande líder. "São profissionais que devem percorrer caminhos diferentes e a companhia precisa olhar para todos", diz.

O levantamento mostra que a preocupação com o futuro pode estar, aos poucos, mudando a mentalidade do empresário brasileiro. Apesar da escassez de ações relativas à sucessão, 100% dos entrevistados acham importante planejar a troca de líderes. "Sem um plano de sucessão, as empresas promovem as pessoas erradas para os cargos de liderança e têm grandes prejuízos com isso", afirma.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

RESOLVENDO CONFLITOS

Gestores gastam um mínimo de 24% do tempo lidando com conflitos.
Parece um desperdício, mas, na verdade, é uma oportunidade, se o conflito for tratado de forma construtiva.

Eis as seis habilidades essenciais para resolver eventuais conflitos:

1. Criar e manter o vínculo, até mesmo com o “adversário”.
O segredo para interromper um conflito é criar ou recriar um vínculo com a outra parte. Os líderes devem aprender a separar a pessoa do problema, a querer ajudar o outro legitimamente e a evitar suas próprias reações negativas a fortes emoções dos outros.

2. Estabelecer um diálogo e negociar.
Em todos os momentos, é importante manter a conversa sobre o tema em questão, focar um resultado positivo e continuar atento ao objetivo comum.

3. “Pôr o peixe sobre a mesa.”
Ou seja, levantar uma questão difícil sem se passar por agressivo ou hostil. A analogia vem da Sicília, onde os pescadores, que são extremamente unidos, colocam seus pescados sobre uma grande mesa para que todos os limpem juntos. Eles trabalham arduamente e são recompensados com um grande jantar -prato principal: peixe- no final do dia. Se você deixa um peixe sobre a mesa, ele começa a apodrecer e a cheirar mal. Mas, se o limpa, gera um resultado benéfico para todos.

4. Entender a causa do conflito.
Para formar um diálogo com o intuito de resolver a questão, precisamos compreender a raiz do problema. Entre as razões mais comuns para o desentendimento estão os diferentes objetivos, interesses e valores. Pode haver percepções distintas do problema, como “É um problema no controle de qualidade” ou “É um problema na produção”, e também podem existir estilos de comunicação desiguais. O poder, o status, a rivalidade, a insegurança, a resistência às mudanças e a confusão sobre as regras também podem gerar divergências.

5. Usar a lei da reciprocidade.
Ela é a base da cooperação e da colaboração: o que você dá é o que você recebe. As pessoas têm grande dificuldade com isso, mas não deveriam. Recentemente pesquisadores identificaram no cérebro humano uns “neurônios-espelhos”, sugerindo que nosso sistema límbico (parte emocional do cérebro), responsável pela empatia, “lê” a intenção alheia e os sentimentos do outro em relação a nós. A troca mútua e a adaptação interna permitem que dois indivíduos fiquem sintonizados e interligados quanto a seus respectivos estados internos. Portanto, uma técnica poderosa a fim de controlar qualquer tipo de disputa é a da empatia com os sentimentos e as opiniões dos outros, determinando o modo de nos expressarmos, seja verbalmente ou não.

6. Construir uma relação positiva.
Uma vez que um vínculo foi estabelecido, devemos tanto fortalecer a relação como buscar nossos objetivos. Precisamos equilibrar a razão com a emoção, porque as emoções -como o medo, a raiva, a frustração e até mesmo o amor- podem perturbar a racionalidade. Precisamos compreender o ponto de vista do outro, não importando se concordamos com ele ou não.
Basta lembrar-se disso e de que, como a negociação de reféns demonstra, é mais produtivo persuadir do que coagir.

Workshop Resolvendo conflitos - Resiliência

Evolução Inteligente: www.evolucaointeligente.com.br
cristina-granado@evolucaointeligente.com.br

domingo, 20 de fevereiro de 2011

As 10 características de um bom líder

Há os líderes que possuem esta posição porque assim foram identificados por suas equipes e há os líderes que obtiveram os cargos, mas não obtiveram a aceitação de seus liderados. São mais “chefes” do que líderes.

Os líderes devem possuir características próprias, que contribuem para um melhor trabalho em equipe, atingimento dos resultados e desenvolvimento profissional de todos seus colaboradores.

Veja algumas dicas para identificar se você tem o perfil de um bom líder. Um líder exemplar deve:

1.Respeitar e confiar em sua equipe: um bom líder deve sempre manter o respeito, ética e reconhecimento junto a sua equipe. Sua equipe é sua “cara”.

2.Saber ouvir e orientar: deve ouvir atentamente as sugestões e questionamentos de sua equipe para poder analisar as informações e transmitir de forma transparente as melhores orientações em busca dos resultados desejados não deixando dúvidas sobre os objetivos traçados.

3.Ter empatia: deve entender sua equipe, seus valores pessoais, dificuldades e trunfos existentes e contribuir para o crescimento de todos.

4.Ser motivado: deve ser resistente a frustração, saber persistir nos objetivos e ideais traçados.

5.Saber dar e receber feedback: um bom líder precisa ter discernimento ao dar feed back de forma a contribuir para o desenvolvimento de sua equipe e também deve ser tolerante e humilde para ouvir o feed back o qual poderá conter comentários que nem sempre são agradáveis, porém necessários para o próprio crescimento profissional.

6.Saber motivar a atingir os resultados: um bom gerente deve estar ciente que os objetivos muitas vezes são muito desafiadores e desta forma deve ter o dom da comunicação para motivar sua equipe e dar o exemplo em busca das metas.

7.Ser inovador: deve buscar constantemente novas formas de realizar as tarefas existentes para que permaneçam atrativas e proporcionem maior satisfação durante o trabalho de todos os envolvidos.

8.Ser flexível: um bom gerente precisa saber quando deve “apertar” e “soltar” o “nó”. Precisa ser respeitado e não temido. Deve saber lidar com a autoridade que possui , porém, mantendo seu respeito com a equipe. Deve persistir em suas opiniões e estratégias, mas ceder quando perceber que obteve contribuições positivas de seus liderados.

9.Ser um bom planejador e estrategista: deve planejar as ações do dia, semana e do mês. Identificar dificuldades encontradas por sua equipe, ações realizadas e alternativas para obter maior resultado em menor espaço de tempo e com maior qualidade.

10.Saber delegar: um bom líder precisa distribuir as tarefas de forma consistente e segura. Deve saber delegar e confiar em sua equipe e naqueles que assumiram as responsabilidades as quais ele delegou.

Coaching Profissional Carreira - "Melhore sua Performance"

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

10 dicas de Coaching para aplicar hoje e ser um executivo melhor

1. Selecione os melhores
Como executivo, você é tão bom quanto os integrantes do seu time. Ofereça a si mesmo melhores chances de alcançar sucesso selecionando os melhores, sempre.

2. Seja um incentivador
Nós humanos fazemos coisas porque queremos. Algumas vezes fazemos coisas porque as consequências de não querer fazer algo são desagradáveis. Entretanto, a maior parte do tempo queremos fazer coisas por aquilo que conquistamos através delas.
Não é diferente no trabalho: as pessoas fazem um bom trabalho ou pelo salário, ou pelo prestígio, ou pelo reconhecimento. Fazem um mau trabalho porque querem moleza (e ainda assim receber no final do mes). Trabalham duro porque querem impressionar alguém… e por aí vai. Portanto, para melhor motivar a sua equipe, descubra o que querem e como você pode lhes oferecer isso por fazerem o que quer que eles façam.

3. Desenvolva o Espírito de Equipe
Não é o suficiente que as pessoas estejam motivadas para alcançar sucesso no trabalho. Elas precisam trabalhar em equipe para atingir o objetivo do grupo. Afinal de contas, se queremos apenas que cada um faça o que tem que ser feito, não precisamos de você como gerente para transformá-los num time de alta-performance, certo?

4. Seja um líder, não apenas um gerente
Você montou o melhor time possível a partir das melhores pessoas disponíveis. Você os motivou a dar o melhor que eles já ofereceram. O que falta? Incentivar um time de nada vale a não ser que você proporcione direção, a não ser que você transforme essa motivação numa meta a ser conquistada e lidere a equipe em direção à mesma. É a habilidade de liderar os demais que realmente separa um gerente de seus pares. E não se esqueça que líderes são encontrados em todos os níveis da organização, portanto seja um deles, esteja aonde estiver.

5. Melhore como comunicador
Comunicação pode ser o diferencial mais importante de um gerente. Afinal de contas todas as demais habilidades dependem dela. Você não pode ser um líder se não consegue comunicar sua visão. Nem pode motivar pessoas se elas não entendem o que você quer. Habilidades de comunicação podem ser aprimoradas através da prática.

6. Seja melhor na gestão de recursos
Para permancer num negócio, a empresa precisa dar resultados. Isso significa trazer dinheiro para dentro e significa gastar menos do que você traz. Dependendo de sua função na companhia, você pode ter mais influência numa área ou na outra, mas é fundamental que entenda ambos significados. Você pode ajudar a sua organização, os seus funcionários e a si mesmo melhorando as suas habilidades em gerir os recursos da empresa.
Não se sinta desconfortável com números ou pelo fato de se tratar de matemática (arghhh!). Comece a aprender mais sobre gestão financeira.

7. Seja melhor na administração de tempo
A única coisa que no trabalho você possivelmente terá menos do que dinheiro é tempo. Quanto melhor você ficar na gestão de tempo – o seu e o dos outros - mais efetivo você será como gerente.

8. Aprimore-se
Não permita que o intenso foco sobre sua equipe faça você se esquecer de si próprio. Identifique as áreas nas quais você tem oportunidades e aprimore-as. O simples fato de você estar lendo este post mostra que você entendeu o conceito. Você precisa agora colocá-lo em prática.

9. Aplique ética na gestão
Escândalos do tipo Enron internalizaram definitivamente a questão do quanto é importante a ética no mundo corporativo.

10. Dê um tempo
Você será um executivo menos efetivo se estiver estressado. Você fica menos tolerante. Fala rispidamente com os demais. Ninguém quer ficar perto de você. Ora, dê um tempo. Se dê uma chance de relaxar e recarregar as baterias. Ao retornar sua produtividade mais alta vai mais do que compensar o tempo que utilizou para essa escapadela. Faça alguma coisa que lhe roporcione boas gargalhadas ou descanse em alguma bela praia.

No final …

Gestão é uma habilidade que pode ser aprendida. Você pode melhorar como executivo dedicando-se todo dia a ser melhor. Se selecionar um tema cada dia e trabalhar para aprimorar-se nesta área, você será um executivo melhor antes mesmo de se dar conta disso. E os outros também vão perceber. E, se quiser ir mesmo a fundo, pense seriamente na possibilidade de contratar um Coach Profissional Carreira.


Cristina Granado
cristina-granado@evolucaointeligente.com.br
(011)5054-2643 / 9611-0874
Site: http://www.evolucaointeligente.com.br/index.html

domingo, 16 de janeiro de 2011

Buscando recolocação? MOTIVE-SE!!

Vivemos em um mundo onde as demissões em massa estão tornando-se rotina. Em um mundo cada vez mais globalizado, estamos vendo constantemente fusões de empresas, aquisições de outras, fechamentos e perda de mercados, e também surgimento de novas empresas e possibilidades.
Está comprovado que a demissão é um dos momentos mais difíceis na vida de um profissional. Ele sente esta perda muitas vezes, como se fosse a de uma pessoa querida da família, e ntra até pode entrar em depressão, sente-se desprestigiado, incompetente, acha que foi passado para traz, enfim, todos os sentimentos negativos que envolvem a situação.Mas, não dá para ficar chorando pelos cantos. Sabemos que causa dor, lógico que sim, mas não pode ficar a vida inteira assim!

Somente cada um de nós que decide o que quer fazer com o que está passando, se vai encarar como uma derrota ou se vai pensar que pode ser uma grande oportunidade.

Ao buscar apoio e com a auto-estima elevada e acreditando nas potencialidades, o mundo que antes era sombrio e sem chances, começa a se tornar ensolarado e com mais possibilidades. Afinal você vai ser um protagonista ou um coadjuvante deste momento? Perceba que agora você começa estar em vantagem sobre as demais pessoas, pois, não está mais preso a rotinas diárias, que antes o deixavam muito focado no que estava desenvolvendo e não enxergava o que passava ao seu redor. Portanto mãos a obra:- Já que você está mais aberto, analise e procure ver de fora o que ninguém está vendo, ou seja, as oportunidades que estão surgindo; Apareça, não se esconda, traga novas idéias e apresente para as pessoas. É o momento de usar sua criatividade, daqui a pouco alguém pode gostar; Prepare-se, não pare de estudar, diminua seus gastos em outras coisas, mas não deixe de investir em você; Identifique os seus pontos fracos e fortes, quais são os seus diferenciais e suas habilidades; Venda-se, você é o produto.

Coloque-se na posição do cliente, o que ele está buscando; Procure pelas pessoas que você tem contato. Aproximadamente 70% das recolocações são feitas por indicação;

- Tenha persistência, não desista nos obstáculos que vão se apresentar; Não desperdice seu tempo, trabalhe duro, talvez mais do que antes, até conseguir seu objetivo;

- Analise todas as possibilidades, quem sabe não é hora de tocar um negócio seu. Perceba qual é o seu perfil;

- Não fique só, não deixe a tristeza abater seus sentimentos.

Chame seus amigos, converse, sorria, divirta-se. Enfim, lembre-se sempre que nascemos para vencer, está escrito que todo ser humano veio para este mundo para realizar-se e está nas suas mãos fazer o melhor possível para que isto ocorra. Vá em busca do seu sucesso, mas não esqueça de se perguntar: O que é sucesso para você?

Cristina Granado
cristina-granado@evolucaointeligente.com.br

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Talento = Tem que ter atitude

O que é ser um talento¿ A algum tempo atrás , isso tinha a ver com a bagagem dos jovens candidatos. Ou seja, quando alguém fazia parte de uma das três melhores universidades do Brasil e falava inglês fluentemente, já era considerado um talento. E todo o resto passava a ser um algo a mais. Muitas pessoas, nesta época, não tinham inglês fluente e tampouco havia feito uma das faculdades eleitas, mas tinha algo que continua fundamental nos dias de hoje: O BRILHO NOS OLHOS.

O TEMPO PASSOU E HOJE O CONTEÚDO JÁ NÃO É UM DIFERENCIAL, MAS UMA OBRIGAÇÃO. Agora, vital é a atitude. E atitude, para quem está no começo da carreira, tem a ver com disponibilidade e vontade. Quem não se encanta ao entrevistar um jovem que nos contagia ao contar o que fez em tão pouco tempo de vida profissional¿ Não importa se foi algo pontual e até pequeno quando comparado ao tamanho da empresa. O que vale é ser protagonista da vida. Hoje os profissionais estão muito preocupados com o que a empresa vai dar em troca, e o termo “vestir a camisa” virou motivo de chacota para alguns. Esse comportamento faz parte daqueles que delegam a responsabilidade de seu futuro à empresa. E que dificilmente chegarão lá.
Sou da geração que valoriza o empenho e a força de vontade. Isto não tem a ver com o conceito de workaholic, ao contrário. O tempo fora da empresa é alimentado para a criatividade. É quando nós verdadeiramente gostamos do que fazemos e pensamos em como aumentar nossa contribuição até quando vamos a lugares de laser, tirando idéias.

Finalmente, para definir um talento hoje é necessário relacionarmos muitos adjetivos. Mas nada substitui o BRILHO DOS OLHOS aliados aos frutos colhidos com uma trajetória baseada nos valores. Isto nutri qualquer um que esteja iniciando no mundo corporativo.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Gerenciamento de Carreira

Através da ferramenta Gerenciamento de Carreiras, o profissional pode desenvolver o Auto-Conhecimento e Avaliação de sua Carreira como um todo.
Avaliamos desde do início da carreira (Linha Investigativa do Tempo), detecção de áreas de maior afinidade, competências, gaps, redirecionamento de carreira, feed-backs até o planejamento de suas "ações" futuras.

O processo é desenvolvido em sessões individuais entre O Coach (profissional coaching) e Profissional(coachee), divididas em: Levantamento da Inteligência Emocional, Racional, Liderança, Personalidade, Avaliação de Stress, mensurados através de Ferramentas específicos para cada tema, além de discussão & feedback contínuos em cada uma das sessões que são agendados dentro da disponibilidade de horário do profissional.

O coaching visa estabelecimento de objetivos e como alcança-los. O coaching avalia o presente com o intuito de desenhar o futuro.
Processo dividido em sessões (média de 05 a 10 encontros), presenciais ou a distância com acompanhamento de profissionais especializados para aplicação da ferramenta (Certificação Internacional e Nacional por órgãos credenciados pela Federação Internacional e Nacional de Coaching – IFC e SBC);

Público Alvo:

1. Carreira Jr = Profissionais trainees e recém-formados em inicio de carreira.

2. Executivos & Profissionais Liberais = Profissionais que estão na fase de construção de carreiras;

3. Pós-Carreiras/Consultores = Profissionais Seniores com interesse em novos rumos e consultores com interesse no segmento de consultorias part-time.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

O que é quociente de adversidade? é uma das características mais valorizadas no ambiente essencialmente competitivo em que vivemos.

Quociente de adversidade elevado é uma das características mais valorizadas no ambiente essencialmente competitivo em que vivemos. Descubra qual é o seu índice de QA e aumente suas chances no mercado de trabalho.
Você já ouviu falar em (QA) quociente de adversidade? Trata-se de uma das competências mais desejadas pelas organizações no mundo competitivo em que vivemos. O termo foi criado pelo especialista em liderança, Paul Stoltz, presidente da Peak Learning, uma empresa de consultoria global fundada por ele em 1987, nos Estados Unidos.
Stolz alcançou o reconhecimento mundial ao escrever dois best-sellers relacionados ao assunto. O primeiro e mais importante foi publicado com o título de O Quociente de Adversidade: como transformar obstáculos em oportunidades. O livro deu origem ao termo QA e foi o estopim para despertar o interesse do público corporativo.
Para fundamentar sua teoria, o autor chegou a entrevistar mais de 100 mil pessoas para descobrir porque algumas pessoas tinham sucesso na vida e outras permaneciam estagnadas. Dentre elas, havia muitos empreendedores, alguns falidos, outros bem-sucedidos.

Com base no resultado da pesquisa, Stolz dividiu as pessoas em três grandes grupos de profissionais: os desistentes, os campistas e os alpinistas ou escaladores.

Em síntese, os grupos foram definidos da seguinte forma:

Desistentes: tem aversão a riscos; em geral, são profissionais que não suportam o peso da escalada profissional. Entre os exemplos citados pelo autor encontram-se os funcionários públicos e acadêmicos em geral da universidade publica (professores).

Campistas: de certa forma, estão presos à zona de conforto, buscam segurança e também previsibilidade; não fazem nada mais do que o suficiente; perdem a motivação facilmente e, com isso, suas capacidades atrofiam; em caso de risco, os campistas estão sempre em cima do muro.

Alpinistas ou Escaladores: são aqueles incansáveis na sua escalada, os que não desistem nunca, os que estão sempre em busca de desafios, os que se recusam decididamente a fazer parte da média geral; os alpinistas confrontam as adversidades enquanto os demais continuam pensando em novas possibilidades.

Uma das principais conclusões do autor demonstra em números relativos o seguinte: 10% das pessoas situam-se na faixa dos desistentes; 10% são alpinistas ou escaladores; 80%, a grande maioria, é essencialmente campista, ou seja, faz apenas o suficiente para sobreviver.

Os sintomas dos indivíduos e das empresas derrotados pela adversidade são facilmente identificados: resistência às mudanças, reclamações generalizadas, tendência a culpar os outros, aversão ao risco, sensação coletiva de impotência, ausência de responsabilidade e a síndrome de se tornar vítima, também conhecida como síndrome de Hardy, estão entre os mais comuns.

A questão mais importante é saber como elevar o seu QA. Paul Stolz e o atleta Erik Weihenmayer, que conquistou fama mundial fazendo escaladas em grandes picos, a despeito da cegueira que o acometeu ainda criança, definiram os passos mais importantes para essa escalada.

São eles:

Enfrente: aprenda a superar a frustração, a impotência e a raiva e a tirar proveito da adversidade. Em vez de culpar os outros pelos problemas, assuma a responsabilidade pela solução.

Convoque suas forças: desafie a sabedoria popular convencional de que são os talentos naturais que nos conduzem ao sucesso. Exceda as expectativas daquilo que você e os outros podem ou devem tentar fazer.

Engrene o seu centro vital: aprenda a lidar melhor e mais rápido com a adversidade. Engrene o seu CORE (controle, propriedade, alcance e resistência) - as quatro dimensões que determinam como você reage às adversidades; converta as adversidades em benefícios pessoais e seja diferente (a ser tratado em outro artigo).

Possibilidades pioneiras: projete sistemas personalizados para transformar o impossível em possível; aprenda a criar estratégias onde os outros nada conseguem ver.

Carga leve, carga certa: descubra como uma carga mal planejada pode prejudicar e atrapalhar sua vida e como a escolha das coisas, pessoas, obrigações e interesses certos pode fortalecê-lo. "Salte com leveza", de tal modo que se possa levantar facilmente, em vez de se deixar abater sob o peso da adversidade.

Saiba sofrer: o caráter é forjado nas chamas da adversidade, porém, se você souber sofrer do jeito certo, o sofrimento poderá vir a ser o combustível da grandeza.

Demonstre grandeza todos os dias: este pico, o mais elevado de todos, reúne as idéias mais importantes do livro; independentemente do cargo, da cor, do sexo ou da religião, algumas práticas são universais e nunca poderão distanciá-lo da massa; bondade, respeito e simplicidade são princípios fundamentais para mantê-lo no topo.

Pessoas com elevado QA entendem que todos os problemas enfrentados são limitados na profundidade e na duração, portanto, conseguem reagir de maneira mais rápida e eficaz. Para elas, o que a experiência não consegue resolver, o tempo e a sua capacidade de resiliência se encarregarão de fazê-lo.

Por fim, quem percebe as derrotas e os obstáculos como passageiros tem mais chances de responder positivamente. Se você conseguir manter o foco, a transparência e a direção em momentos de adversidade, pode se considerar um alpinista por natureza.

Pense nisso e seja feliz!

Jerônimo Mendes - Especialista em Desenvolvimento Pessoal e Profissional

COWORKING - Você já Conhece?

Coworking é uma tendência mundial para um novo padrão de trabalho.

Os profissionais autônomos, quem trabalha em casa e quem viaja muito a trabalho sofrem de um mal comum: o isolamento. Coworking é união de um grupo de pessoas que continuam trabalhando independentes umas das outras, mas compartilham valores e buscam a sinergia que acontece quando pessoas talentosas dividem o mesmo espaço, gerando um fluxo de troca de idéias e experiências.

Grande parte dos espaços de coworking foram fundados por empreendedores "nômades" de tecnologia, que buscavam locais de trabalho alternativos aos cafés e às suas próprias casas.

Incubadoras de startups, centros de negócios ou escritórios virtuais não se encaixam no modelo de coworking, pois lhes faltam os principais aspectos: o social, o colaborativo e o informal. As práticas de conduta do coworking fazem com que ele se aproxime mais ao modelo das cooperativas, onde o foco não está apenas no lucro, mas também na sociedade.

História

O termo coworking foi criado por BernieDeKoven em 1999 e em 2005 usado por Brad Neuberg para descrever um espaço físico, primeiramente chamado de “9 to 5 group".

Neuberg criou o “Hat Factory”, um espaço de coworking baseado em São Francisco, um apartamento onde trabalhavam 3 profissionais de tecnologia e que abria suas portas durante o dia para “avulsos” que precisavam de um lugar para trabalhar e queriam compartilhar experiência. Hoje, existem mais de 400 espaços de coworking, em 6 continentes.

#CoWorking no Brasil

Espaços de CoWorking no Brasil:

= São Paulo

Beans! Coworking - coworking.beans.net
Pto de Contato - ptodecontato.com.br
2Work Coworking Campinas – www.2work.com.br
The Hub - www.the-hub.com.br
JuntoSP - juntosp.wordpress.com
Estúdio Capanema - www.estudiocapanema.com.br

= Minas Gerais

Coolwork - www.coolwork.com.br
CWK Coworking - www.cwk.com.br
Work Espaço Business - www.espacobusiness.com.br

= Rio de Janeiro

BeesOffice Espaço de Coworking - www.beesoffice.com

= Curitiba

Aldeia Coworking – www.aldeiaco.com.br

= Porto Alegre

CWPOA - www.coworkingportoalegre.com.br

= Goiânia

Teto Workspace - www.tetowork.com.br



Cristina Granado

sábado, 4 de dezembro de 2010

MAPAS MENTAIS – Transforme sua vida- Organize seu Pensamento

O que é um Mapa Mental?

É uma ferramenta definitiva para organizar o pensamento. Melhora o processo de anotar e organizar idéias, de maneira a ampliar a criatividade.E é absolutamente simples e efetiva!
Com um mapa mental você pode criar, melhorar e integrar suas idéias, assim como agregar idéias de terceiros.

Qual era a pergunta mesmo? Sobre o que eu estava falando?

Quando uma confusão mental acontece em ambiente informal é até legal. Geralmente engraçado. Mas quando um esquecimento ou confusão mental ocorre durante uma palestra, Péssimo hein?

Em qualquer tarefa, pode ser qualquer objetivo ou plano, também é comum:
•Ter uma boa idéia e esquecer
•Complicar uma idéia simples
•Não conseguir ser criativo
•Limitar uma idéia apenas a sua opinião
•Demorar para fazer planejamento
•Ter idéias desconexas e desordenadas
•Saltar passos importantes
•Repetir tarefas desnecessariamente
•Corpo no automático enquanto a mente pensa

Algumas idéias tornam-se tão complexas que literalmente falta memória para conectar tudo. Como resolver isso?

O mapa mental é uma técnica que melhora o processo de anotar e organizar idéias, de maneira a ampliar a criatividade.

Foi sistematizado pelo inglês Tony Buzan no fim dos anos 60 e é utilizado hoje por milhões de pessoas para:
•Compreensão e solução de problemas
•Memorização e aprendizado
•Criar manuais, livros e palestras
•Auxílio na gestão estratégica de empresas
•Concatenar idéias de diferentes fontes
•Gestão de informações
•Gestão do conhecimento
•Gestão do capital intelectual

Um mapa mental pode ampliar a criatividade utilizando principalmente duas técnicas:
•Promovendo a utilização dos dois lados do cérebro
•Possibilitando a integração de opiniões de terceiros
•Como fazer um mapa mental

Mapas mentais partem de uma idéia central, a qual é desenhada. A partir dela são irradiadas as informações relacionadas, representadas por uma palavra chave e/ou imagens. Simples assim. IMAGINAÇÃO E ASSOCIAÇÃO

*****Sete Passos para elaborar um Mapa Mental:

1.Comece no CENTRO de uma folha de papel em branco virada de lado. Começar no centro dá ao cérebro a liberdade de se expandir em todas as direções e de se expressar com mais liberdade.

2.Use uma imagem ou figura como idéia central. Uma imagem vale mais que uma palavra e o ajuda a usar a sua imaginação, manter o foco, concentração e inibe a dispersão do cérebro.

3.Use cores no processo. As cores são excitantes para o cérebro quanto as imagens. Cores acrescentam vibrações e vida ao seu Mapa Mental, fornece energia ao Pensamento Criativo.

4.Ligue as ramificações principais à imagem central e uma os ramos secundários e terciários aos primários e secundários e assim por diante. O cérebro trabalho por ASSOCIAÇÃO. Ligando os ramos, você compreenderá e lembrará com mais facilidade.

5.Desenhe ramos Cursos, não em linha reta. Linhas retas entendiam o cérebro. Ramos curvos, orgânicos, como os galhos das árvores, são mais atraentes e estimulantes para os olhos.

6.Use uma ÚNICA PALAVRA-CHAVE por linha. Sozinhas as palavras dão mais força e flexibilidade ao Mapa Mental. Cada palavra ou imagem sozinha é como um multiplicador, gerando sua própria série especial de associações e Conexões.

7.Use imagens do início ao final. Cada imagem, como a figura central, também vale mais que muitas palavras. 10 imagens equivalem a 10.000.000 palavras anotadas.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Jim Collins - Tendências sobre Gestão- revista Veja

Revista Veja ( 1/12/2010) publicou entrevista com Jim Collins, um dos maiores pesquisadores sobre tendência de gestão no mundo e considerado o herdeiro direto de Peter Drucker. Nessa entrevista ele fala sobre: crise, empreendedorismo, Brasil, liderança e empresas que dão certo.

Autor de vários livros sobre management e mais recentemente escreveu "Como as gigantes caem", já vendeu mais de 6,5 milhões de livros ao longo da sua carreira e cobra 60.000 dólares por 45 minutos de palestra. Dos cerca de vintes convites que recebe para ministrar palestra, geralmente aceita um.

As principais reflexões do autor na entrevista concebida a Revista Veja e que tem como objetivo refletirmos sobre o futuro do management.

1. SOBRE CRISE E CAPITALISMO

"Existem várias forças que contribuem para a instabilidade. O mundo está mais complexo e mais interdependente. As empresas não são as únicas forças globalizantes (p.21)."

"Temos ainda a marcha contínua da mudança tecnológica na medicina, na eletrônica, na bioengenharia, na computação, criando coisas que nem imaginamos (p.21)."


Empreendedores brasileiros:"Fiquei impressionado com a naturalidade e o relativo conforto com que eles lidam com incerteza, tratando-a não como exceção. mas como um dado da vida (p.24)".

Empreendedorismo brasileiro:"mas o que me chamou atenção foi a RESILIÊNCIA deles, como se nunca entrassem em pânico... (p. 24)."


"A INCERTEZA É ESTRESSANTE, MAS NÃO PODE SER PARALISANTE (p.22)."

Finaliza essa parte dizendo "há outro aspecto relevante que faz Índia e Brasil sobressaírem no cenário mundial, a CRIATIVIDADE (p. 24)."


2. SOBRE EMPREENDEDORISMO & LIDERANÇA

"a autoconfiança [primeira característica do empreendedor] não deve ser confundida com a do Super-Homem... falo como sinônimo da FÉ INABALÁVEL de que as coisas vão dar certo, e não do sujeito que se julga capaz de superar qualquer obstáculo (p.25)."

"O Paradoxo de Stockdale [em homenagem ao oficial americano que passou anos em campos de concentração] nos ensina que, de um lado, é preciso ENCARAR OS FATOS, as DIFICULDADES, sem rodeios. Por outro lado, é preciso ter FÉ ABSOLUTA, férrea, de que os obstáculos serão superados (p.25)."

"A autoconfiança é essa combinação de reconhecer a dureza da realidade e conjugá-la com uma fé de Churchill [ex-primeiro ministro do Reino Unido durante a segunda guerra mundial] (p. 25)."

Empreendedores "não confunda sua empresa com seu produto. A maioria dos seus produtos não vai decolar, mas isso não deve selar o destino de sua empresa (p. 25)." Exemplos:

A) A SONY - Logo depois da Segunda Guerra Mundial, em 1946, começou a funcionar nas ruínas de um prédio bombardeado em Tóquio, e seu primeiro produto foi uma panela elétrica para fazer arroz. Não deu certo, mas empresa seguiu em frente (p. 25)."

B) HEWLETT-PACKARD (HP) - Seus primeiros 08 (oito) produtos não funcionaram.

C) Os primeiros aviões da BOEING não foram bem sucedidos e, por um tempo, os funcionários tiveram de trabalhar fazendo móveis e não avião.

D) O primeiro filme do WALT DISNEY foi um fracasso.

"SEU PRODUTO PODE FRACASSAR, MAS NEM POR ISSO SUA EMPRESA SERÁ UM FRACASSO (p. 25)."

"Os melhores líderes empresariais se movem quase do mesmo modo que os artistas. Eles querem CRIAR, CONSTRUIR algo verdadeiramente excepcional, que tenha impacto no mundo (p. 25)."

"A CRIATIVIDADE serve para começar, mas, se o maluco criativo não tiver um lado de CONSTRUTOR, de ORGANIZADOR, ele ficará no meio do caminho (p. 25)."

"Sam Walton [ fundador do Wal Mart] dizia que "tinha personalidade de um promotor de vendas e de um criador, mas a alma de um operador (p. 25)"

"A habilidade de operar, de construir, de organizar um sistema é que o levou tão longe. Não se fala muito disso porque é chato, requer disciplina, paciência, esforço, mas essa é a verdadeira história do sucesso americano (p. 25)."


Fonte: Revista Veja - 1/12/2010.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

COMO FAZER O SEU PLANO DE CARREIRA

Dicas:

1- Comece por tomar notas de todos os dados que considerar relevantes para o plano e defina alguns tópicos

2- Reflita sobre os seus objetivos de carreira e analise que competências suas vão ajudar. Tome nota dos aspectos que precisa desenvolver

3- Pense nas experiências profissionais anteriores e veja de que forma pode aproveitar estas vivências na atual função. Anote as as decisões de gostaria de nunca ter tomado, e os motivos para não voltar a repeti-los

4- Dê atenção aos comportamentos/atitudes que influenciam - positivamente ou negativamente

5- Avalie seu estilo de comunicação, de decisão, administração do tempo, solução de problemas, organização, etc

6- Considere a sua situação profissional atual e veja de que forma poderá desenvolver-se

7- Releia seu plano de carreira, veja se há pontos que gostaria de alterar ou acrescentar. Você deve ter uma estrutura flexível e adaptar-se a diferentes situações

Venha desenvolver as melhores ações! Coaching Pessoal & Profissional